Arte / Cultura
Produção Cultural
Sobre o serviço
Produção Cultural, produção de eventos, elaboração de projetos e prestação de contas.
Sobre o profissional
Rayanne Cristina Freitas Barreira Aguiar
Ray Preta é mulher negra, cis, lésbica, af roempreendedora, produtora cultural e chef de cozinha. Iniciou sua trajetória na gastronomia em 2007, no Programa
de Panificação e Confeitaria do SENAI. Entre 2008 e 2018, atuou em importantes empresas de Brasília, como a Pão Dourado Padaria e a Casa dos Salgados,
consolidando sua experiência técnica e sensibilidade para a culinária afetiva.
Em 2020, fundou o Cantinho de Caburé – Cozinha Af ro-Brasileira à Base de Plantas, o empreendimento tornou-se referência em gastronomia inclusiva e
ancestral, promovendo a valorização da cultura af ro-brasileira e a geração de renda para mulheridades negras e pessoas LGBTQIAPN+.
Sua atuação se amplia com o projeto Fufu Ajayô – Empreendedorismo Feminino e Alimentação Ancestral, contemplado pelo FAC I/2024, que fomenta o
protagonismo de mulheridades negras periféricas por meio da gastronomia e da economia solidária.
Atualmente, Ray também se dedica à Casa Orí Ayô, empreendimento de af roturismo localizado no litoral baiano, que valoriza a hospitalidade, a culinária af ro-
diaspórica e o patrimônio cultural brasileiro. E também a Aguiar Conexões Criativas que potencializa e promove outras iniciativas de mulheridades e pessoas
LGBTQIAPN+ periféricas do Centro-oeste e do Nordeste Brasileiro
Sua trajetória tem sido reconhecida com premiações expressivas, como:
·Prêmio Cultura Viva Sérgio Mamberti de Diversidade LGBTQIA+ (MinC/SCDC, 2024)
·Prêmio FAC Cultura Mulher (SECEC-DF, 2023)
·Prêmio Academia Assaí – Etapa Regional (2023 e finalista 2024)
·Programa AJEUM – A Alimentação é Ancestral (Fundo Agbara, 2023)
·#DesafioPratoFeito (Pulso Conteúdo/SP, 2022), com o icônico bolinho de “jacalhau”, releitura vegana do bolinho de bacalhau, publicado no livro PF: Comida
Brasileira Fácil e Saudável.
Ray Preta, integra a Rede Nacional de Mulheres Negras Empreendedoras do Fundo Agbara (SP) e a Rede Pretagonistas de Agentes Culturais Periféricas da
Cidade Estrutural, reafirmando seu compromisso com a coletividade, o empreendedorismo negro e a formação de novas lideranças.
Sua cozinha é território de afeto, memória e liberdade — onde o fogo é ferramenta de resistência e a ancestralidade guia cada gesto de cuidado e criação.
de Panificação e Confeitaria do SENAI. Entre 2008 e 2018, atuou em importantes empresas de Brasília, como a Pão Dourado Padaria e a Casa dos Salgados,
consolidando sua experiência técnica e sensibilidade para a culinária afetiva.
Em 2020, fundou o Cantinho de Caburé – Cozinha Af ro-Brasileira à Base de Plantas, o empreendimento tornou-se referência em gastronomia inclusiva e
ancestral, promovendo a valorização da cultura af ro-brasileira e a geração de renda para mulheridades negras e pessoas LGBTQIAPN+.
Sua atuação se amplia com o projeto Fufu Ajayô – Empreendedorismo Feminino e Alimentação Ancestral, contemplado pelo FAC I/2024, que fomenta o
protagonismo de mulheridades negras periféricas por meio da gastronomia e da economia solidária.
Atualmente, Ray também se dedica à Casa Orí Ayô, empreendimento de af roturismo localizado no litoral baiano, que valoriza a hospitalidade, a culinária af ro-
diaspórica e o patrimônio cultural brasileiro. E também a Aguiar Conexões Criativas que potencializa e promove outras iniciativas de mulheridades e pessoas
LGBTQIAPN+ periféricas do Centro-oeste e do Nordeste Brasileiro
Sua trajetória tem sido reconhecida com premiações expressivas, como:
·Prêmio Cultura Viva Sérgio Mamberti de Diversidade LGBTQIA+ (MinC/SCDC, 2024)
·Prêmio FAC Cultura Mulher (SECEC-DF, 2023)
·Prêmio Academia Assaí – Etapa Regional (2023 e finalista 2024)
·Programa AJEUM – A Alimentação é Ancestral (Fundo Agbara, 2023)
·#DesafioPratoFeito (Pulso Conteúdo/SP, 2022), com o icônico bolinho de “jacalhau”, releitura vegana do bolinho de bacalhau, publicado no livro PF: Comida
Brasileira Fácil e Saudável.
Ray Preta, integra a Rede Nacional de Mulheres Negras Empreendedoras do Fundo Agbara (SP) e a Rede Pretagonistas de Agentes Culturais Periféricas da
Cidade Estrutural, reafirmando seu compromisso com a coletividade, o empreendedorismo negro e a formação de novas lideranças.
Sua cozinha é território de afeto, memória e liberdade — onde o fogo é ferramenta de resistência e a ancestralidade guia cada gesto de cuidado e criação.